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Empresário denunciado após morte de adolescente encontrada enterrada em sítio é condenado por posse ilegal de armas

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O empresário Gleison Luís Menegildo, denunciado por ter participação na morte da adolescente de 16 anos, que foi encontrada enterrada no dia 28 de agosto de 2024, em um sítio em Nova Granada (SP), foi condenado a um ano de detenção e a seis anos de reclusão porposse ilegal de armas de fogo de calibres permitido e restrito. 

Ele, que foi denunciado pelo Ministério Público por homicídio triplamente qualificado, ocultação de cadáver, assédio sexual, tráfico de drogas e fornecimento de bebida a menor de idade, foi preso temporariamente no dia 15 de agosto de 2025. 

Na ocasião, um funcionário de Gleison e o caseiro da propriedade rural também foram presos.ODurante as investigações, a polícia solicitou a prisão preventiva dos três, que foi aceita pela Justiça. 

Conforme apurado pelo g1, o empresário ainda não foi julgado pelo processo referente à morte de Giovana Pereira Caetano de Almeida.

A sentença proferida pela juíza da 2ª Vara Criminal de São José do Rio Preto, em 12 de fevereiro, condenou o empresário a um ano de detenção, em regime semiaberto, pelas armas de calibre 22, e a seis anos de reclusão, em regime semiaberto, pela pistola 9 milímetros. A reportagem tenta contato com a defesa dele. 

Prisões 

Em agosto de 2025, durante a prisão de Gleison, de um funcionário dele e do caseiro do sítio, Cleber Danilo Partezani, armas e drogas foram apreendidas na casa do empresário. 

Os três chegaram a confessar que enterraram o corpo, mas negaram o assassinato. À época, eles foram presos por ocultação de cadáver, porém soltos depois do pagamento de uma fiança deR$ 22 mil.

Morte de Giovana e localização do corpo

Giovana estava desaparecida desde dezembro de 2023. O corpo dela foi encontrado no dia 28 de agosto de 2024. 

O caso veio à tona após a polícia receber a informação de que um corpo havia sido enterrado em uma propriedade rural. Policiais foram ao local e encontraram a ossada. 

Segundo o primeiro relato de Gleison à polícia, Giovana, que era de São José do Rio Preto , foi até a empresa dele para uma entrevista de estágio. Em determinado momento, de acordo com a versão do suspeito, eles passaram a consumir cocaína.

A princípio, a polícia também informou que o empresário e o caseiro afirmaram que tiveram relações sexuais com a

Ainda conforme a versão dada pelos suspeitos à polícia, após a adolescente ter ficado sozinha em uma sala, ela teria tido um mal súbito e eles a teriam encontrado já morta. Os dois, então, teriam colocado o corpo em uma caminhonete e o levado até o sítio para enterrá-lo. 

Após os dois terem falado com a polícia e dado suas versões, no entanto, a defesa deles negou, por meio de nota, que tenha havido relação sexual com a garota. Também negou que eles a tenham matado e informou que o “laudo necroscópico irá confirmar que ela morreu de overdose”. A defesa não comentou a ocultação do corpo.

Fonte: G1

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