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Mirassol arranca empate “impossível” contra o Botafogo e se mantém no G-4

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Eram 39 minutos de jogo, e o Botafogo já vencia o Mirassol por 3 a 0, no estádio Nilton Santos. Muitos já apostavam em uma goleada histórica do atual campeão da Libertadores e da Série A. Porém, o segundo tempo começou e o caçula mostrou por que é a sensação do Brasileirão.

Mesmo não precisando provar mais nada, o Leão mostrou, mais uma vez, o tamanho de sua resiliência e força. Não há nada que assuste essa brava equipe.

O time amarelo e verde entrou com tudo na etapa complementar e fez três gols em menos de 15 minutos, em uma remontada histórica. Foi mais uma noite difícil para aqueles que ainda duvidam do Mirassol.

Este clube não caiu de paraquedas na elite nacional e tem um trabalho exemplar de tanta gente boa, dentro das quatro linhas, na comissão técnica e na gestão.

O Leão simplesmente se recusa a perder jogos. São apenas três derrotas em 22 partidas, mais apenas que o Flamengo, que foi derrotado duas vezes.

O primeiro tempo no Engenhão foi desastroso e o 3 a 0 ficou de bom tamanho. O time paulista não conseguia segurar a bola no ataque e foi lento na recomposição dos contra-ataques.

O técnico Rafael Guanaes chacoalhou o time no vestiário, fez ajustes e foi muito bem ao tirar o pior em campo, Cristian, para a entrada de Chico da Costa.

Voltando de lesão, o centroavante precisou de apenas 34 segundos para balançar as redes. O gol inflamou os visitantes, que marcaram mais duas vezes, com Jemmes e Lucas Ramon: 3 a 3. Novamente, os defensores pisaram na área adversária e se comportaram como verdadeiros atacantes oportunistas.

A frieza desse time chega a ser inacreditável. Mesmo com tudo desmoronando, foi buscar uma reação totalmente “impossível”. Escalou a montanha do 0x3 e escreveu mais um capítulo belíssimo de sua quase centenária história.

E não parou por aí. O Mirassol poderia até ter conseguido a virada, mas o árbitro não marcou pênalti em João Victor nos minutos finais do segundo tempo.

O empate com o Botafogo valeu muito mais do que um ponto. Valeu pela reação improvável, pela manutenção da quarta posição e por mais uma demonstração de resiliência que esse caçula deu, novamente, ao Brasil.

Faltam apenas seis pontos (ou duas vitórias) para a primeira meta dos 45 pontos no Brasileirão. O Leão rapidamente chegará a esse número mágico contra o rebaixamento e só uma direção será possível: desbravar a América do Sul.

Fonte: GE Rio de Janeiro

 Foto: Pedro Zacchi/Agência Mirassol

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